Mostra do Acervo
Na Casa da Xilogravura, o visitante pode ver, em vídeo ou ao vivo, como são feitas as xilogravuras, ou seja, gravuras impressas em papel com matrizes entalhadas na madeira.
Pode também apreciar, na Mostra Permanente de Xilogravuras mais de duas centenas de obras de xilógrafos brasileiros, bem como de artistas da China, Inglaterra, Coréia, Japão, França, Sudão, Espanha, Tailândia, Itália, etc., e gravuras utilitárias (tarô xilográfico, rótulos, ex-libris, cordel, etc.), que pertencem ao acervo do Museu, que é composto por milhares de peças criadas por cerca de 400 artistas.
A exibição permanente do acervo inclui também a mostra “A Magia da Multiplicação”, que explica a relação da xilografia com os outros ramos da multiplicação gráfica e expõe obras e equipamentos para estereotipia, tipografia, linotipia, linóleo, calcografia, rotografia, litografia, ofsete, serigrafia, estamparia, etc.
Há ainda outra mostra permanente: “Um pouco da história deste museu" ,
que exige documentos, textos e fotos para explicar como surgiu e como cresceu a Casa da Xilogravura, relatando os eventos e mostras realizadas ao longo de seus 22 anos de existência.
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Mostra Temporária
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XILOGRAVURAS DE J. CAXEADO
Xilogravuras de J. Caxeado em mostra temporária de 25 de janeiro a 29 de março de 2010.
Na sala de mostras temporárias, o Museu expõe Xilogravuras de J. Caxeado, que labutou desde muito tempo, como letrista e arte-finalista em estúdios paulistas, mas que, mais recentemente, revelou-se em outra vertente do mundo gráfico. Tendo estudado com George Rembrandt Gutlich na Fundação Cassiano Ricardo, em São José dos Campos, Caxeado eclodiu como gravador de linguagem forte e cativante. Segundo Gutlich, “a empatia de Caxeado com a gravura foi imediata”.
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Artista da Vez
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90 ANOS DE FAYGA OSTROWER
No painel/vitrine Artista da Vez, a Casa comemora, em 2010, os noventa anos da data de nascimento de Fayga Ostrower, que, quando faleceu, em 2001, estava no auge de sua glória. Ganhadora de todos os mais relevantes prêmios nacionais e estrangeiros que um gravador pudesse almejar, a artista é lembrada no Artista da Vez por meio de um extrato biográfico, fotos de juventude e maturidade, comparação de suas fases figurativa e abstrata, exibição de um dos livros que escreveu e de duas goivas que a ela pertenceram, ferramentas, estas, que utilizou durante décadas para produzir suas magníficas obras.
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