Mostra do Acervo
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Na Casa da Xilogravura, o visitante pode ver, em vídeo ou ao vivo, como são feitas as xilogravuras, ou seja, gravuras impressas em papel com matrizes entalhadas na madeira.
Pode também apreciar, na Mostra Permanente de Xilogravuras mais de duas centenas de obras de xilógrafos brasileiros, bem como de artistas da China, Inglaterra, Coréia, Japão, França, Sudão, Espanha, Tailândia, Itália, etc., e gravuras utilitárias (tarô xilográfico, rótulos, ex-libris, cordel, etc.), que pertencem ao acervo do Museu, que é composto por milhares de peças criadas por mais de 300 artistas.
A exibição permanente do acervo passou a incluir, desde 2007, também a mostra “A Magia da Multiplicação”, que explica a relação da xilografia com os outros ramos da multiplicação gráfica e expõe obras e equipamentos para estereotipia, tipografia, linotipia, linóleo, calcografia, rotografia, litografia, ofsete, serigrafia, estamparia, etc.
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Mostra Temporária
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SETE XILÓGRAFOS ARGENTINOS
Desde junho até 30 de setembro de 2008, o Museu Casa da Xilogravura exibe gravuras de sete artistas argentinos: Hélios Gagliardi, José Rueda, Laura Cristina Fernandes, Luciana Pia Faccini Cimarelli, Marina Rothberg, Osvaldo Jalil e Pedro Paulo Costa. O grupo é representativo de várias tendências, formando um conjunto heterogêneo, seja pela diferença de geração, seja por causa de sua variada formação. O ponto de aproximação entre os sete artistas é sua vinculação à Xylon Argentina, destacada associação de gravadores que estimula a marcante presença da técnica xilográfica no ambiente artístico argentino.
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Destaque da Vez
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GRAVURA UKYIO-E
Para o período de junho a setembro de 2008, em comemoração ao centenário da imigração japonesa, o Museu exibe um painel alusivo à xilogravura da Escola Ukyio-e. Texto e fotos procuram introduzir o visitante àquela fase da gravura japonesa, que se tornou um dos principais marcos da Arte Universal. São reproduzidas xilogravuras de Utamaro Kitagawa (1753-1806), Hokusai Katsushira (1760-1849) e Hiroshige Ando (1797-1858). Uma pequena vitrine expõe papel japonês e um “baren”, instrumento feito de bambu com o qual são impressas manualmente as xilogravuras japonesas.
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:: TOPO ::
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